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30 de ago. de 2016

"Um jardineiro habilidoso não joga fora o lixo da cozinha, mas o transforma em adubo..." - Mestre Thich Nhat Hanh



"Cada uma de nossas aflições e formações mentais nocivas contém a natureza e a libertação de Buda. A raiva inclui todos os fatores que a fizeram surgir. Se nossa raiva não contivesse a libertação, como poderíamos transformá-la em não-raiva? No adubo há muitas flores perfumadas. Um jardineiro habilidoso não joga fora o lixo da cozinha, mas o transforma em adubo. No decorrer do tempo, o lixo se transformará numa cesta de vegetais verdes e frescos. Se soubermos como fazer adubo de nossas aflições de raiva, ódio, ignorância, orgulho, dúvida, pontos de vista, agitação, torpor e desatenção, poderemos transformá-las em paz, alegria, libertação e felicidade... Quando somos capazes de tocar as energias formadoras de hábitos e transformar as raízes de violência, desespero, medo e raiva na nossa consciência armazenadora dá-se a transformação na base."

Mestre Thich Nhat Hanh

3 de mai. de 2016

"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade" - Carlos Drummond de Andrade



"Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos. Que as pessoas saibam falar, calar, e acima de tudo ouvir. Que tenham amor ou então sintam falta de não tê-lo. Que tenham ideais e medo de perdê-lo. Que amem ao próximo e respeitem sua dor. Para que tenhamos certeza de que: Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade."
(Carlos Drummond de Andrade)

1 de jan. de 2013

1º de Janeiro: Ubuntu!!!


No Festival Mundial da Paz, em Florianópolis, em 2006, a jornalista e filósofa Lia Diskin compartilhou uma história que se imortalizou na internet: “Um antropólogo estava estudando os usos e costumes de uma tribo africana chamada Ubuntu e, quando terminou seu trabalho, propôs uma brincadeira para as crianças: pôs um cesto muito bonito cheio de doces embaixo de uma árvore e propôs às crianças uma corrida. Quem vencesse, ganharia o bonito e delicioso presente. Quando ele disse ‘já’, todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção ao cesto e dividiram os doces entre si, felizes. O antropólogo ficou surpreso com a atitude. Elas explicaram: ‘Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?”. Ele, então, percebeu a essência daquele povo: não havia competição, mas sim colaboração. Ubuntu significa: ‘Sou quem sou, porque somos todos nós!”. Ubuntu para todos!

Postagem retirada do Facebook de Evandro Seido.
Arigatô Gozaimashita!

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